domingo, 27 de março de 2011

Espécies nativas da Mata Atlântica começam a ser plantadas

         Na sexta-feira, 25, as professoras Célia e Evelyn, dos módulo I e II da manhã, levaram seus alunos para plantar as mudas recebidas do Viveiro Manequinho Lopes.

          Com a monitoria do professor Edmilson, as espécies nativas da Mata Atlântica foram plantadas no fundo da escola.

          A atividade é mais uma etapa da parceria com o Viveiro, que se localiza no Parque do Ibirapuera. O objetivo é conscientizar os alunos quanto à necessidade de se preservar o meio ambiente. Os mesmos poderão acompanhar o desenvolvimento das plantas, muitas delas frutíferas, e terão aulas sobre as espécies que compõem o bioma Mata Atlântica.
          Contudo, a consciência de cuidar do meio ambiente não ocorre do dia para noite. Portanto, o projeto prevê um processo de conscientização também da comunidade, estabelecendo um diálogo que parte da ideia de espaço em comum que deve ser preservado - e usufruído - por todos.

domingo, 20 de março de 2011

CIEJA recebe espécies nativas da Mata Atlântica


          No último dia 18, sexta-feira, o CIEJA Clóvis Caitano Miquelazzo recebeu mudas de espécies nativas da Mata Atlântica. Elas serão plantadas na frente e nos fundos da escola e, além de se tornarem mais um espaço verde para a comunidade, também servirão de espaço de educação ambiental para os alunos do CIEJA.
          Jequitibá, Palmito Jussara, Cedro, Abiu, Pitanga, Jequitibá são algumas das espécies recebidas. Agora, a fase de plantio, segundo o professor Edmilson, responsável na escola pelo projeto, mobilizará os alunos, que aprenderão a cultivar e cuidar das espécies plantadas.
          O recebimento das espécies é mais uma etapa da parceria iniciada em 2010 entre a escola e o Viveiro Manequinho Lopes. Em setembro de 2010, os técnicos do Viveiro vieram ao CIEJA e avaliaram as potencialidades do terreno. Confira a nota publicada neste blog.

domingo, 13 de março de 2011

Educandos visitam Centro Cultural Banco do Brasil


          Nas últimas duas semanas, alunos do CIEJA Clóvis Caitano Miquelazzo visitaram a exposição "Islã: Arte e Civilização" no CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil.



          A mostra traça um panorama de mais de 1000 anos da cultura mulçumana, desde o século VIII até os dias atuais. Os alunos jovens e adultos se detiveram por alguns minutos diante de uma tela de computador, onde criaram desenhos para ladrilhos e mosaicos e se encantaram com a seleção de joias, móveis, tapetes, roupas ,cerâmicas e pinturas espalhadas pelas salas temáticas.
         Para a ida ao CCBB, os educandos foram divididos por grupos, tendo ido os períodos da manhã e da tarde no dia 03 de março e o período noturno no último sábado, 12 de março.
         Confira mais algumas fotos da visita:


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Em primeira saída cultural do ano, CIEJA visita a exposição "Sementes da Mudança"

          Em primeira saída cultural do ano de 2011, os alunos do CIEJA Clóvis Caitano Miquelazzo visitaram a exposição "Sementes da Mudança". Instalada no CEU Parque Bristol, o objetivo do evento é comemorar os dez anos da Carta da Terra mostrando a atual situação do meio ambiente no mundo e como é possível mudar essa realidade, a partir da educação ambiental e da prática dos princípios de sustentabilidade, que são sugeridos na Carta da Terra e podem ser aplicados por qualquer um.
          A exposição esteve instalada em 2010 na UMAPAZ e, atualmente, percorre os CEUs da Cidade de São Paulo. No CEU Parque Bristol, os painéis informativos ganharam uma "trilha" organizada pela SGI (Soka Gakkai Internacional). Durante a dinâmica os alunos percorreram descalços e vendados por um corredor onde os monitores procuram despertar o sentido dos educandos para a textura das plantas e os sons da natureza. Em outro momento da "trilha", os alunos manuseiam uma série de elementos que representam os danos causado pelo homem ao planeta.
          Confira abaixo as fotos da saída cultural:









CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE
A CARTA DA TERRA

O QUE É?

“Este documento nasceu como resposta às ameaças que pesam sobre o planeta como um todo e como forma de se pensar articuladamente os muitos problemas ecológico-sociais, tendo como referência central a Terra.”

QUAL É A SUA ORIGEM?

“Em 1992, por ocasião da Cúpula da Terra, no Rio de Janeiro, fora proposto tal documento, que, por razões que não cabe aqui referir, não foi aceito. Em seu lugar adotou-se a Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Desta forma a Agenda 21, o documento mais importante da Eco 92, ficou privado de uma fundamentação e de uma visão integradora. Insatisfeitos, os organizadores, especialmente Maurice Strong, da ONU, e Mikhail Gorbachev, diretor da Cruz Verde Internacional, suscitaram a idéia de se criar um movimento mundial para formular uma Carta da Terra que nascesse de baixo para cima. Deveria recolher o que a humanidade deseja e quer para sua casa comum, a Terra. Depois de reuniões prévias e muitas discussões, criou-se em 1997 a Comissão da Carta da Terra, composta por 23 personalidades dos vários continentes (eu entrei pelo Brasil), para acompanhar uma consulta mundial e redigir o texto da Carta da Terra. Efetivamente, por dois anos, ocorreram reuniões que envolveram 46 países e mais de 100 mil pessoas, desde favelas, comunidades indígenas, universidades e centros de pesquisa, até que, em início de março de 2000, no espaço da Unesco, em Paris, o texto final da Carta da Terra foi aprovado.”

Princípios resumidos na Carta da Terra:

1. Respeitar a Terra e a vida em toda a sua diversidade.

2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.

3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.

4. Garantir as dádivas e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações.

5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica e pelos processos naturais que sustentam a vida.

6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.

7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.

8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover a troca aberta e a ampla aplicação do conhecimento adquirido.

9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.

10. Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.

11. Afirmar a igualdade e a eqüidade de gênero como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência de saúde e às oportunidades econômicas.

12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a viver em ambiente natural e social capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, concedendo especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias.

13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e proporcionar-lhes transparência e prestação de contas no exercício do governo, participação inclusiva na tomada de decisões e acesso à justiça.

14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.

15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.

16. Promover uma cultura de tolerância, não-violência e paz.

Caso deseje ler o texto na íntegra, basta clicar aqui.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ano Novo, Novos Caminhos...


         
Há uma cena em "Alice no País das Maravilhas" na qual a menina desorientada vê o gato na árvore e pergunta:
          - Para onde vai esta estrada?
          O gato replica:
          - Para onde você quer ir?
          Ela diz:
          - Não sei, estou perdida.
          O gato não titubeia:
          - Para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve.
          Todo início de ano propomo-nos a fazer mudanças em nossas vidas. Desde pequenas alterações de rotina a profundas transformações na forma como vemos o mundo e nós mesmos. 
          Contudo, toda mudança exige traçar outra rota, corrigir o rumo, tomar outro caminho. E para fazermos isso precisamos ter bem claro para nós mesmos qual a meta que desejamos alcançar, aonde queremos chegar.
          E não chegamos a lugar nenhum sem bons sinais, guias competentes, excelentes orientadores. Porque sozinhos corremos o risco de nos perder.
           É para isso que, durante este ano de 2011, o CIEJA Clóvis Caitano Miquelazzo, em sua missão de educar e cuidar, abre as portas aos seus alunos e dispõe-se a ajudar todos aqueles que desejam tomar o caminho da escola para alcançar sua meta, seja esta a conquista de situação social mais próspera, seja esta o desejo de saber mais, seja a vontade de trilhar caminhos mais distantes ou alçançar os mais altos montes. Afinal, o céu é o limite e o horizonte está ao alcance de nossa visão!
          Portanto: UMA BOA CAMINHADA!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!!!


          O ano já está findando, e este blog encerra por aqui suas atividades... Mas estamos de volta em 2011! Por isso desejamos a todos - alunos, funcionários, professores, gestores, comunidade - um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de novas e ousadas realizações! E 2011 tem mais!!!
          Mas, antes, dê uma espiadinha nos últimos flashes do ano:











segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Formatura 2010: confira o que rolou!!!


          Na última sexta, 10 de dezembro, os alunos que cursaram o Módulo IV em 2010 participaram da cerimônia de Formatura, que ocorreu no CEU Parque Bristol.



          Mais de 50 formandos compareceram à cerimônia, lotando, com seus convidados o teatro do CEU.


          Conduzida pela professora Joana D'Arc e com a participação da supervisora Silmara e da Coordenadora Geral do CIEJA Clóvis Caitano Miquelazzo, Ana Regina, a cerimônia, presidida pela Assistente de Coordenação Geral, Simone Mari, teve início às 20h. A professora Cristina foi escolhida pelos alunos para ser paraninfa da cerimônia.


          Durante o evento a cantora Evany Antunes agraciou os ouvidos da plateia cantando Fascinação e Aquarela do Brasil, além de uma música da autoria própria chamada Felicidade.


          O CIEJA foi homenageado pelos alunos com um troféu que simbolizou o reconhecimento dos mesmos pelo serviço prestado por toda a equipe escolar. Além disso, professores e alunos homenagearam uns aos outros e recordaram a dedicação de ambos durante o decorrer do ano.

        

          Após a diplomação dos formandos, a professora Nilde regeu o coro dos mesmos, que cantaram "Andança".


          Confira as demais fotos clicando aqui.
       E se você tiver mais fotos para partilhar, envie-as para ciejaccm@gmail.com