quarta-feira, 17 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
Noite Árabe do CIEJA leva conhecimento e diversão aos alunos
Na última sexta, 05 de setembro, o CIEJA Clóvis Caitano Miquelazzo promoveu uma noite de cultura árabe para os alunos do módulo III. A programação foi realizada para os dois horários do período noturno e contou com uma atividades como contação de histórias, dança e culinária árabe.
Os educandos foram recepcionados pelos professores, que estavam caracterizados como personagens das Mil e Uma Noites, e foram introduzidos em uma sala decorada à maneira de uma tenda. Também foram convidados a se vestir e se paramentar como árabes. O primeiro número da noite foi protagonizado pela professora de dança do ventre Denise, que veio ao CIEJA exclusivamente para mostrar aos educandos esta exótica dança do Oriente. Em seguida, a professora Meire contou uma história aos alunos cheia dos mistérios típicos das narrativas orientais. Por fim, os professores propuseram uma sequência de degustação de pratos árabes como homos, babaganuche, coalhada, quibe de bandeja, charuto de repolho, mjadra, tabule, esfirra, goma árabe e mantecal.
A ideia de promover uma noite árabe se deu a partir do trabalho em sala de aula com contos contidos no livro "As mil e uma noites". Os professores chegaram à conclusão de que se fazia necessário apresentar essa cultura aos educandos, a fim de que os textos fossem mais bem compreendidos e de que os alunos pudessem ampliar seu horizonte ingressando em uma cultura diversa da ocidental e ao mesmo tempo tão presente em nosso imaginário. Confira abaixo os vídeos:
Apresentação de dança do ventre:
Contação de história:
sábado, 2 de agosto de 2014
CIEJA no Dia da Mulher Negra
No último dia 25 de julho, comemorou-se o Dia da Mulher Negra, ocasião importante para refletir sobre o lugar da mulher - e especialmente da mulher negra - em nossa sociedade. Para comemorar e refletir sobre essa temática, o CEU Parque Bristol promoveu um sarau em seu teatro e convidou nosso CIEJA para participar do evento.
Mobilizando os alunos para participarem deste momento, os professores prepararam uma série de atividades artísticas que se juntaram às outras apresentações do sarau. Dentre elas, estão uma série de fotografias realizadas com as nossas alunas negras, a declamação de um poema, um desfile de roupas étnicas e o canto coral da duas músicas: um canto de ninar africano e a canção Mama África, de Chico César. Confira os vídeos!!!
TRABALHO DE IMAGEM E VOZ REALIZADO COM AS ALUNAS:
APRESENTAÇÃO NO CEU PARQUE BRISTOL:
Mobilizando os alunos para participarem deste momento, os professores prepararam uma série de atividades artísticas que se juntaram às outras apresentações do sarau. Dentre elas, estão uma série de fotografias realizadas com as nossas alunas negras, a declamação de um poema, um desfile de roupas étnicas e o canto coral da duas músicas: um canto de ninar africano e a canção Mama África, de Chico César. Confira os vídeos!!!
TRABALHO DE IMAGEM E VOZ REALIZADO COM AS ALUNAS:
APRESENTAÇÃO NO CEU PARQUE BRISTOL:
segunda-feira, 31 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
A primeira vez a gente nunca esquece...
Inspirados em matéria realizada
pela revista Veja São Paulo, que trazia relatos da primeira experiência de
celebridades e profissionais liberais nos seus ramos de atuação, os alunos dos módulos III (noturno) e do IVH produziram textos nos quais relatam experiências de primeira vez que foram marcantes em suas vidas.
As
produções dos alunos foram todas revisadas e conduzidas à refacção, tomando-se
o cuidado de alterar no texto somente questões de ordem convencional
(ortografia, acentuação, pontuação). Procurou-se, dentro do possível, manter o
registro linguístico utilizado pelos alunos, a fim de que fiquem ressaltados os
traços de autoria escritural, bem como sejam valorizados os elementos que
pertencem à variedade linguística utilizada pelos alunos, tão importante para o
registro de um texto autobiográfico.
Confira as imagens da exposição dos textos na escola:

Alguns textos:
A primeira vez que li alguma coisa foi
mágico porque eu estava descobrindo um mundo novo.
Quando li a minha primeira frase, não conseguia parar de ler. Eu andava de
ônibus e lia tudo que passava, mesmo errando eu olhava e tentava de novo, o meu
mundo ficou enorme, eu adorava ver os letreiros e ler tudo, li cartazes, lia os
créditos das novelas. Bom, é uma experiência única e que eu saboreio até hoje.
Quanto mais eu leio, mais eu gosto e aprendo. C.R.B., 4H
A primeira vez que eu fui ver o mar foi mesmo muito
lindo. Nunca esqueci aquela emoção diante de tanta beleza daquele mar sem fim.
Os meus filhos então, nem se fala, o quanto eles ficaram felizes. Mas não parou
por aí e quando chegou a nossa vez de passear de barquinho, juntou emoção e
medo daquele barquinho tombar no mar. Mas ocorreu tudo bem e ficamos só com a
lembrança e a emoção que marcou para sempre aquele dia tão lindo para todos
nós. R.M.S., 4H
A primeira vez que eu vi o meu marido foi hilária. Eu tinha acabado de ver um acidente e a irmã
dele me falou “Vamos lá em casa para você tomar uma água com açúcar. Chegando,
vi o irmão dela e disse “Nossa, que gato!”. Ela falou que ele era casado, aí
ela me apresentou o outro, o mais novo. Ficamos amigos e estamos casados até
hoje, 25 anos. Temos três filhos, duas moças e um rapaz lindo, e agora já vamos
ser até avós. Que felicidade! M., 4H
A primeira vez que cheguei à cidade da
São Paulo, eu fiquei com muito medo de sair sozinha. Meu primeiro
passeio foi à praça da República. Depois fui passear na Avenida São João e
conheci o Cine Marabá. Fiquei apaixonada por
cinema. Nunca mais esqueci do
primeiro filme de bang-bang com o
ator Franco Nero que na época estava no auge da carreira. Ele era lindo demais.
E foi assim que eu me apaixonei por essa cidade. S. T. A., 3F
A primeira vez que eu fiz faxina. Quando eu vim do
Paraná, fui fazer faxina numa casa. Chegando lá, a mulher mandou eu lavar o
portão da frente. Quando estava lavando, olhei e estava passando o meu vizinho.
Fiquei com tanta vergonha que fui correndo, escorreguei e levei um tombo. Me
machuquei muito e continuei a fazer a faxina. Marcou a minha vida. Jurei que eu
ia aprender uma profissão. Conquistei o meu sonho hoje. Sou costureira. J., 3C
A primeira vez que quase fui nessa. Dia 31 de dezembro de 2012, 23h15, eu estava andando de moto, de boa, me
divertindo pela quebrada mais um amigo. Fui em muitas casas dos parças e
familiares. Quando tava indo para o funk com amigos e amigas, apareceu um gato
na minha frente. Me assustei muito, minha alma tava saindo do meu corpo. Ainda
bem que eu não bati em nada. Se tivesse, já era. Não estaria mais aqui, mas
gostei do susto que eu tomei. Fiquei atento e ainda fiquei com muito medo.
Passei lá e vi o gato parado no mesmo lugar. Quase morri por causa desse gato
maluco. Ele parou, ficou miando para mim... gato malandro! Depois dessa fui
embora. M.S.P., 3D
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Abram alas para a cultura popular brasileira!!!
No último dia 03 de dezembro, terça-feira, foi apresentado no CEU Parque Bristol o espetáculo "Abram alas para a cultura popular brasileira!", dirigido pela professora Meire Lima e cujo elenco foi composto pelos alunos do CIEJA Clóvis Caitano Miquelazzo. A proposta consistiu em apresentar por meio da dança, do canto, da atuação um pouco da diversidade cultural de nosso país.
Como afirma a professora Meire, em relação ao processo de criação do espetáculo: "Quando cheguei ao CIEJA para atuar como professora de Arte trouxe comigo diversas cartas na manga. Todas tiveram que ser repensadas diante da diversidade dos grupos que encontrei para desenvolver meu trabalho. Percebi muito rápido a incidência maciça de imigrantes de todos os lugares do Brasil, mas principalmente do Norte e Nordeste. Naturalmente, o ponto de partida que escolhi para iniciar meu trabalho foi a Cultura Popular Brasileira. Considerando a diversidade dos grupos, criei este espetáculo como uma síntese dos conteúdos trabalhados na disciplina de Arte durante todo o segundo semestre, aproximando os universos de cada pequeno grupo".
Essa troca entre os grupos que formam uma escola heterogênea exigiu de toda a equipe do CIEJA e especialmente da Professora Meire um esforço coletivo que culminou num momento de realização e de protagonismo dos nossos educandos. "Determinação e dedicação são pontos fortes e este trabalho está repleto deles", ratifica a Coordenadora Geral do CIEJA, Ana Regina Borgatto.
Confira abaixo a íntegra do espetáculo dividida em quadros:
As estrangeiras
Capoeira
O lobisomem
Canções de trabalho
Carimbó
A loira do banheiro
No tabuleiro da baiana
Auto do boi bumbá
Apoteose
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